Instituto Rinaldi Fontani apresenta ao Brasil protocolos clínicos com a Tecnologia REAC inspirados nas Blue Zones

A ASMED Latino América lançou no Brasil um novo equipamento BENE com tecnologia REAC® e apresentou oficialmente os protocolos Inside Blue Zone (IBZ) durante o Curso de Atualização Científica promovido pelo Instituto Rinaldi Fontani, realizado na capital paulista. O evento reuniu médicos de diferentes especialidades para discutir aplicações clínicas voltadas à prevenção, reparação funcional e promoção da longevidade, com base em evidências científicas e em uma abordagem terapêutica não invasiva.
De acordo com Henrique Martins, diretor da ASMED Latino América, responsável pela introdução e estruturação da tecnologia REAC® na região, o curso teve como objetivo central apresentar aos médicos brasileiros uma abordagem baseada em ciência, com aplicação clínica consistente. “A proposta não é substituir terapias consagradas, mas ampliar o repertório médico com uma tecnologia sustentada por pesquisa, formação continuada e protocolos bem definidos”, destacou.
O destaque científico do encontro foi a participação do Prof. Dr. Salvatore Rinaldi, médico neurofisiopatologista italiano, criador da tecnologia REAC® e referência internacional em epigenética aplicada e neuromodulação. Durante o curso, Rinaldi apresentou os fundamentos científicos e clínicos dos protocolos ACT-IBZ, CO-IBZ e MO-IBZ, desenvolvidos no Instituto Rinaldi Fontani, em Florença, e já utilizados em centros médicos da Europa.

Segundo o professor Salvatore Rinaldi, os novos protocolos partem do conceito das chamadas Blue Zones, regiões do mundo onde populações apresentam maior longevidade e melhor qualidade de vida. “As Blue Zones demonstram que existe um estado biológico de equilíbrio que favorece a longevidade funcional. Ou seja, o que buscamos desenvolver foi replicar esses mecanismos que sustentam essa longevidade natural, por meio de protocolos terapêuticos”, explicou. “A Inside Blue Zone representa a possibilidade de ativar esse potencial biológico por meio de uma tecnologia terapêutica não invasiva.”
Novo equipamento BENE
A proposta do novo equipamento com os protocolos REAC IBZ é atuar de forma integrada sobre três mecanismos centrais associados ao envelhecimento funcional precoce. Assim, busca reduzir a inflamação crônica de baixo grau, as alterações da perfusão tecidual e os desequilíbrios metabólicos. Os protocolos Inside Blue Zone foram concebidos para modular esses processos de forma sequencial e complementar. Dessa forma, reorganizam os mecanismos bioelétricos e epigenéticos que regulam a resposta celular, sem substituir tratamentos farmacológicos.
Durante o curso, Rinaldi ressaltou que a medicina contemporânea enfrenta o desafio de ir além do controle isolado de sintomas. “Muitas vezes conseguimos aliviar manifestações clínicas, mas não atuamos diretamente nos mecanismos que criam o terreno biológico da doença”, afirmou. “Os protocolos Inside Blue Zone foram pensados como uma abordagem upstream, capaz de atuar antes da instalação ou progressão das patologias.”
Novas possibilidades terapêuticas
Henrique Martins também destacou que o interesse da comunidade médica brasileira reflete uma demanda crescente por modelos terapêuticos integrados. “Os médicos reconhecem, no consultório, pacientes que ainda não apresentam uma doença estabelecida, mas já exibem sinais claros de desequilíbrio funcional. Os protocolos IBZ com tecnologia REAC® dialogam diretamente com esse cenário”, afirmou.
Além da atualização científica, o curso apresentou oficialmente o novo equipamento REAC® IBZ, que passa a integrar o portfólio disponível no Brasil. Dessa forma, o novo equipamento amplia o acesso à tecnologia desenvolvida ao longo de décadas de pesquisa. Todavia, o encontro também reforçou a estrutura de formação, suporte técnico e alinhamento regulatório já existente no país, consolidando o Brasil como um dos principais polos de difusão da tecnologia REAC® fora da Europa.

Para Rinaldi, a consolidação desse movimento depende de um princípio essencial: ciência antes da tecnologia. “A tecnologia só faz sentido quando está sustentada por pesquisa, interpretação científica e responsabilidade médica”, ressaltou. “Esse foi o verdadeiro espírito do curso realizado em São Paulo.”